O tenente QOA , da reserva, Manoel Cavalcante, foi a quarta vítima militar - em menos de dois meses - da violência que se apossou de Alagoas. Ele foi assasinado nesta segunda-feira, próximo a Usina Porto Rico,dentro de um micro-ônibus, quando voltava de Maceió para Arapiraca,onde morava. Já vi uma época assim.
Como se sente o oficial ou o praça ao chegar em uma cena de crime cuja vítima é um colega de farda? O que podem dizer à população? Lamentáveis foram os desabafos dos meus colegas policiais militares e também dos policiais civis.
O cenário está horrível, os crimes acanham a polícia. Não porque os homens de farda são covardes, mas porque não têm respaldo para enfrentar os bandidos. O tenente Cavalcante morava em Arapiraca e só estava há dois anos tentando aproveitar a vida, o tempo que lhe foi tomado enquanto policial.
A ousadia está crescente.O que têm os competentes senhores dos Direitos Humanos , o governador, todas as autoridades competentes a dizerem disto? E nós, sociedade civil, o que podemos perguntar e a quem cobramos os nossos direitos? Se matam os policiais, que proteção nós temos?








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