Quando algo negativo ocorre envolvendo policial militar vira logo manchete e muitos comentários lotados de revolta e de vocabulário chula são lidos. Mas, devemos reconhecer também os méritos dos guerreiros compromissados da corporação sejam eles do Bope, Radiopatrulha ou dos batalhões de área e Companhias.
Na madrugada deste sábado uma equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foi acionada para intervir em um tiroteio que acontecia no Santos Dumont , na parte alta de Maceió, e queria chegar logo para resolver o problema e evitar uma possível tragédia com homicídios. Mas, o comprometimento esbarrou numa árvore e por pouco os quatro policiais (três cabos e um soldado) não perderam suas vidas. EM DEFESA DA SOCIEDADE.
Muita gente ao ler meu texto pode pensar “é obrigação deles”. Sim, são agentes de segurança. Mas, também são humanos e enquanto dormíamos eles corriam na tentativa de salvar vidas e quase perderam as suas. Isso é somente para lembrar que não se pode generalizar negativamente, em nenhum aspecto, em nenhuma profissão. Temos muitos jornalistas sacanas por aí, médicos picaretas, advogados corruptos, mas muita gente de bem.
E por que nas polícias seria diferente¿Elas são ou não formadas por humanos¿
Graças a Deus que os amigos bopeanos (soldado Alberto, cabos Josenilton, Matos e Calado) estão vivos. E daqui a alguns dias prontos para mais uma vez nos servir.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









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