Todos acompanhamos o processo de reforma do Estádio Rei Pelé para que os jogadores ganeses fossem recebidos com todas as pompas necessárias e dignas de uma seleção de futebol. As obras foram divulgadas como uma grande benfeitoria e que deixaria, evidentemente, um saldo positivo quando a competição acabasse ou os jogadores estrangeiros não estivessem mais por aqui, em Maceió.
Somente para a reforma do vestiário o valor da obra foi orçado em quase R$ 2 milhões. A Fifa mandou para o estádio equipamentos indispensáveis como bandeirinhas de escanteio, máquina de gelo, barreira para treinamento de cobrança de falta , balizas fixas e móveis, cones entre outros. Maravilha, tudo adequadamente pensado para garantir os treinos eficazes dos visitantes. E Gana não teve o que reclamar do seu Centro de Treinamento.
Mas, para os homens que tinham de garantir a segurança e que, após a Copa,continuarão desenvolvendo suas atividades no estádio nada de bom aconteceu.
Para os policiais militares que ficam na parte interna restaram apenas bancos de madeira sem abrigo para que não percam nenhum raio do sol quando o jogo for de dia e nenhum pingo de chuva quando decidir cair.
Ou povo de sorte!
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









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