Cinderela, a história que sua mãe não contou? Não, não, desculpem é que vem aí a nova fase ou versão do Plano Brasil Mais Seguro - sempre o enxerguei como “IN”-, que será apresentado pela secretária nacional de Segurança Pública, Regina Filomena, ao governador eleito Renan Filho (PMDB).
Em entrevista, o novo chefe do Executivo de Alagoas falou com ênfase sobre a necessidade de manter por aqui a Força Nacional e também a importância do Plano Brasil Mais Seguro, mas, de forma precisa e colocando realmente em prática, ao contrário do que vimos na primeira etapa, todo esse projeto do governo federal que deveria ter surtido resultados bem positivos no estado mais violento do Brasil principalmente com o investimento de R$ 200 mi.
Se isso não aconteceu, obviamente, não deu certo. O que faltou então para evoluirmos nesse sentido já que tão propagado foi ocupando todos os veículos de comunicação e gastando fortunas com as publicidades palacianas? Ah, eis o ponto da questão, resolver a situação de um estado não se resume apenas em comprar armas e conseguir viaturas, aparelhar sem motivar a tropa e realmente fazer investimentos no recurso humano é o mesmo que jogar dinheiro no ralo. Tanto as armas como os veículos precisam de pessoas que manuseiem, conduzam e satisfeitas rendam mais em suas missões.
Talvez não tenha andado, também, pelas escolhas erradas para as pastas da segurança pública o que pode fazer o diferencial a depender do novo governador. Acho que o plano de Renan Filho é exatamente esse, o de apostar todas as fichas na cúpula que em breve será escolhida e anunciada. E a sociedade mais uma vez fica à espera de suas garantias embora muita gente já tenha se definido como devoto de São Tomé por conta do quadro catastrófico em que nos encontramos, assumindo e reassumindo o primeiro lugar no pódio da violência no Brasil.A TAÇA É NOSSA E NINGUÉM 'TASCA'.
Em sua gestão, o combate à violência, às organizações criminosas será total e isso Renan Filho tem reafirmado em todas as entrevistas quando o assunto émencionado. Eu aposto no novo, acredito que possamos ter dias melhores me baseando em tais declarações.
Vamos esperar o andar da carruagem, esperando em Deus que ela não vire abóbora.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









0 opiniões:
Postar um comentário