Foto:Melhor Notícia
“O clima na Delegacia-Geral da Polícia Civil já é de despedida”, acabo de receber a mensagem e antes que pensem que foi o delegado Carlos Reis, não, não foi. E, pelo grande trabalho à frente da PC, a meu ver, merecia ficar. Foi um agente que, apesar de torcer por sua permanência, enxerga na delegada Bárbara Arraes – a quem sempre fiz questão de elogiar, inclusive com texto no meu blog pelo trabalho na Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente – uma profissional altamente competente e com condição de ficar à frente da instituição.
Acontece que a informação parte para uma mesquinharia muito grande, soube que delegados (de nomes não citados, mas seriam dois) teriam procurado autoridades para criar uma imagem negativa a respeito dessa grande profissional e “por isso ela não será mais a delegada geral da Polícia Civil”. Isso é verdade¿ Se isso aconteceu não quero sequer imaginar a situação nos bastidores daquela instituição. Até pensei que os “ninhos” fossem em menor número e potencial do que na PM, mas ao que parece o veneno escorre solto também por lá. É a briga pelo poder, pelo status, a vaidade explodindo, a concorrência injusta de quem não consegue entender que tal espaço cabe uma boa escolha. Para o bem da coletividade.
A priori soube também que deve sair amanhã no Diário Oficial do Estado a publicação da exoneração do amigo Denisson Albuquerque que teria entregue o cargo na manhã desta segunda-feira. Sangue de Cristo tem poder, ainda nos assustamos com o mundo jornalístico.
Já a PM...ah...a PM ruma ao que dizem a um comando para poucos.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









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