A notícia foi dada pelo chefe do Ciods, tenente-coronel Marcos Sampaio que foi colher informações sobre o amigo major Souza no hospital da Unimed. "Estive com ele, graças a Deus está bem". Já o cabo Samuel já se encontra no presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió.
A notícia chocou a todos. Pelo menos com os policiais que mantive contato, do coronel ao praça, pareceram estarrecidos e lamentaram serem vítima e autor, da mesma instituição.
Um oficial do 4º Batalhão, onde o cabo é lotado, que ficou sabendo da tragédia por meio do meu telefonema, ficou em polvorosa. Perguntou mais de uma vez se tinha convicção do que falava porque, na semana passada, disse ele, como já mencionei no texto que relata o caso, cabo Samuel havia apresentado atestado e pedido licença para tratamento psiquiátrico.
"Meu Deus! Como assim? Não, não é possível. Ele tinha se afastado para tratamento e fez uma coisa terrível dessa?".
Bom, o Bruno perdeu a vida cedo com um tiro. O major não perdeu por pouco. E o cabo também perderá a dele, trancafiado num presídio e provavelmente sendo expulso da instituição. E não acabou somente com o sossego dele, mas das famílias (do Bruno e dele também).








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