
(Toni, Mirella e o advogado Raimundo Palmeira)
Os advogados de defesa de Mirella Granconato estão confiantes. Eles acreditam que no próximo dia 03, data prevista para o julgamento do habeas corpus, a cliente acusada da autoria intelectual da morte da universitária Giovana Tenório, consiga parecer favorável.
Passados oito meses, Mirella continua no presídio Santa Luzia, segundo informações, depressiva e muito abatida. No mês passado, o pedido de habeas corpus impetrado pelo advogado Rodrigo Ferro foi negado pelo ministro Jorge Mussi, da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em setembro do ano passado, três meses após o assassinato, o desembargador Orlando Manso também negou um pedido de liberdade. Como suspeitos de envolvimento no crime, a polícia prendeu, além dela, o seu esposo Antônio Bandeira, o Toni, com quem a vítima manteve um relacionamento amoroso, e o caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino. Os dois foram soltos e ficaram sob monitoramento por a Justiça entender que não havia provas suficientes para mantê-los no sistema prisional.
Toni se desfez da tornozeleira e voltou à prisão, está no Cadeião, enquanto o caminhoneiro teve autorização para trabalhar fora de Alagoas e ser monitorado à distância.








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