De novo. O presidente fundador da torcida organizada Comando Vermelho (CV) do Clube de Regatas Brasil (CRB) – meu GALO da praia – conhecido como João Gordo deu à polícia o ar da sua graça. Parece que ser preso para ele virou uma diversão e, diga-se de passagem, favorita. De uma forma ou de outra lá vai ele deixando mais um registro por tráfico de drogas, acompanhado de mais dois.
João... Pobre João ingenuamente foi encontrado com os amigos, segundo a polícia, com 160g de maconha, na sede da torcida, no bairro do Jaraguá, em Maceió, além do valor de R$ 2.446 mil. Isso significa alguma coisa? Oh! Deixem de levantar falso testemunho. Da mesma forma que no dia 15 de fevereiro de 2009 quando foi preso pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ‘inventaram’ tudo contra ele, pode ser que hoje também. Ah, ele foi preso também em abril do mesmo ano e em maio do ano passado, no Vergel do Lago, numa boca e fumo. Porém um rapaz assumiu tudo.
Rapaz de sorte, nunca nada é dele ou ele tinha conhecimento. O povo maldoso sempre leva esse tipo de material para lá sem que ele saiba. Que povo danado, rapaz, querendo prejudicar o presidente. Parece que dessa vez, também, a droga não é de João Gordo, um homem teria aparecido e dito que era sua. E se assumiu mesmo, o coco muda.
Pelo relato do oficial de operações do 1º Batalhão, tenente Gonzaga, havia uma manifestação dos estudantes de uma faculdade nas proximidades da sede da CV. “Quando de repente achamos que havia algo suspeito na sede da Comando e fomos para lá. Tinha três homens na porta e quando nos aproximamos, correram e fecharam a porta. Batemos e eles não abriram. Depois de um tempo o João Gordo saiu e quando fizemos a vistoria encontramos a droga e o dinheiro numa bolsa”, afirma o tenente Gonzaga.
E continuou: “como ninguém assumiu a droga e o dinheiro todos foram levados para a Central de Flagrantes”, ressalta o oficial.
Bom, agora é somente esperar. O sono chegou e mais tarde a gente sabe dos detalhes.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.








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