Na segunda-feira o Conselho Estadual de Segurança fez mais um lembrete a respeito da mudança no Comando do 5º Batalhão . A sugestão havia ocorrido dias antes quando veio à tona – por meio da denúncia do coronel Ivon Berto – a questão de ingerência política naquela unidade militar, o que compromete totalmente a moral da corporação. Não é, no entendimento da maioria, a Polícia Militar a casa da mãe Joana onde todos mandam.
Retrospectiva? Teria sido transferido o comandante tenente-coronel Pantaleão e substituído pelo major J. Cláudio – homem de trabalhos relevantes e honrado – a pedido do vereador Silvânio Barbosa que, conforme a parte dada pelo tenente PM Estêvão, disse em bom tom, ao microfone, perante a comunidade do Benedito Bentes, em festa junina, esse ano, que “o comandante do 5º batalhão era um merda, um bosta e vou mostrar que o tiro daqui”.
Relembraram?
Pois bem, espera-se atentamente a publicação do nome do novo comandante no Boletim Geral Ostensivo (BGO) exclusivo para a família miliciana. Mas, caso isso não aconteça, já soube, a coisa vai ficar séria e dentro do Conseg. Eu não queria ser o governador. Porque agora os conselheiros também estão se sentindo desmoralizados, sem poderes. E aí?
Quanto à indicação a informação é de que seria o tenente-coronel Elvandro Omena, atual do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE) a sentar nessa cadeira que está pegando fogo. Mas, que obviamente ele saberá esfriar. Quanto ao major J. Cláudo, ressalto mais uma vez: indevidamente colocado nessa bagunça.
Todos esperam que seja ele recompensado até porque não pediu nada, apenas cumpriu a determinação de assumir o 5º. E merece todo nosso respeito. Mas, continuo com a ideia de que o coronel Pantaleão era quem deveria voltar. Para sarar de vez a ferida aberta entre os coronéis e também sentida entre todos os militares.
Eu espero o BGO dessa sexta.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.








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