Amanhã é o dia “D”. A tropa está ansiosa por resultados positivos que sejam advindos da reunião marcada entre as lideranças da Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros (CB)de Alagoas com o digníssimo secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages, que retorna de boas férias, pelas informações, nos Estados Unidos. Porém, o esperado é um diálogo aberto - e em PORTUGUÊS - bem esclarecidozinho e sem precisar de tradutor.
Que o governador Teotonio Vilela pisou feio na bola, botou os pés pelas mãos, prometeu, iludiu, ganhou tempo, desmanchou o que tinha acordado com os policiais e bombeiros e vampirou (mudou tudo na calada da noite) todo mundo já está 'careca' de saber. Se fosse eu, o termo seria outro, mas as autoridades se “equivocam” e vamos fingir que foi o ocorrido.
Agora, ninguém nunca ouviu falar que Teo Vilela bateu com a cabeça no meio fio, rasgou dinheiro, deu pisa na sombra. Isso significa que ele é uma pessoa possuidora de sanidade mental. Não é doido. E somente sendo portador de distúrbios mentais teria a capacidade de dizer NÃO a centenas de pessoas que já estão esgotadas e com a paciência sem limites. Opa, ratifico. Capacidade não, coragem mesmo.
Se o governador esqueceu, por favor, alguém pegue as imagens filmadas do alto do Palácio República dos Palmares e faça com que reveja. Servirá para ele, Teo Vilela, refletir e ainda ter tempo para mudar de ideia caso seja ruim o que decidiu com seu secretariado. Agora vou revelar uma coisa governador, o senhor não tem ideia de como estão os ânimos. Eu não arriscaria prorrogar mais nenhum dia. Desmanche o que o senhor desmanchou, conselho de quem está bem perto dos homens e mulheres de farda. Por que caso contrário, o fogo será tanto que “nem bombeiro pode apagar” e, nessa circunstância, acredito, os próprios bombeiros trocarão água por gasolina.
Se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Mas, como sou boazinha estou ajudando.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









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