O ex- general do Exército americano, Norman Schuwarzkopf afirmou um dia que “a liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia”. Partindo desse princípio subtende-se ter homem ou mulher a responsabilidade, se não a obrigação de ser autêntico (a) e capaz de provocar nas pessoas respeito e, consequentemente, credibilidade.
Com muita habilidade e planos ‘fantasticamente’ elaborados os que se denominam ‘espertalhões’, ou os sem caráter, tentam encurtar caminhos para chegar a um topo que requer passos seguros e suportes indispensáveis. Pelo menos de dignidade. “E eis que, ‘Antônio’, um ser aparentemente angelical costuma conquistar pessoas com seu jeito disfarçado de ‘senhor do bem”. Mas, por outro lado, desperta desconfiança com seus exagerados gestos. E como Antônio consegue administrar tanta perversidade travestida de bondade¿ Respondo, com a maior naturalidade possível passa despercebido.
Porém, pelo que me consta, ao invés de conseguir subestimar a inteligência de terceiros, é ‘Antônio’ o bobo da história. Mas, até que ele seja realista e consiga reconhecer a capacidade de alcance dos outros, pode semear maldades e maldades que comprometam a integridade de quem simplesmente foi escolhido para seu alvo, sua vítima. Ah, Antônio!”.
Nego-me a interpretar como natural determinadas atitudes humanas. E, na minha concepção, falta de caráter não pode e não deve em hipótese alguma ser vista como sinônimo de transtorno bipolar. Isso é uma ‘modinha’ que alguns indivíduos usam com muita frequência para assegurar suas ‘picaretagens’ fugindo das punições devidas. Transtorno bipolar é conceituado diferentemente. Conforme o doutor Dráuzio Varella, o transtorno bipolar é “uma doença psiquiátrica caracterizada por alternância de períodos de depressão e de hiperexcitabilidade ou mania. Nesta fase, a pessoa apresenta modificações na forma de pensar, agir e sentir e vive num ritmo acelerado, assumindo comportamentos extravagantes”.
Por favor, “Antônio”, passa longe de mim, não tenta subestimar minha inteligência muito menos me usar como elemento de seu plano estratégico.
Há coisas que assustam, mas falta de caráter é algo incurável e nojento.
Ecaa!









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