
A imprensa foi convocada e o governador Teotonio Vilela (PSDB) anunciou fortemente, em ‘seu’ palácio, nessa segunda-feira(06), a frase inesperada: “digam ao povo que fico”. Lembrou o nobre proclamador da Independência do Brasil, a diferença é que não caberia ao nosso governante tucano o complemento da frase com: se for para o bem de Alagoas, da forma que D . Pedro falou para a nação “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, digam ao povo que fico". Se usasse de maior criatividade também esperaria o dia 09, a quinta-feira, para aumentar a ‘semelhança’.
Em nosso estado a permanência de Teotonio não foi tão aplaudida quanto o Brasil saber que D. Pedro não partiria. O descabimento do governador ultrapassa qualquer fronteira. Há pouco tempo em suas ‘fantásticas’ coletivas, acompanhamos Téo Vilela juntamente com sua cúpula da Segurança Pública , e de quebra a secretária nacional, afirmando que “avançamos” no combate à criminalidade e apresentando números mirabolantes na redução de mortes em Alagoas quando todos provavam o contrário por meio de pesquisas e dos registros diários. Em propaganda recente disse ele: “resgatamos a nossa credibilidade”. Bem logo vi que deviam ser crises de sonambulismo.
Agora, em grande contradição, afirma Téo Vilela que permanece no cargo porque estaria insatisfeito com a Segurança, no caso a Seds, a Educação e a Saúde. E foi além das expectativas garantindo empenho para a reversão do quadro em um ano, quando deixou de fazer em sete tudo que tinha obrigação de cumprir enquanto chefe do Executivo estadual.
Mas, se a insatisfação for grande, podemos ter em breve novidades. Senão o governador entraria em mais contradições. Se está tudo errado, terá que mudar muitas coisas para fazer gracinha para o alagoano, ou tentar, pelo menos nesse restinho de mandato com ares de CASA NOVA, ou seja, mudará o secretariado,seria a lógica, nas três pastas que estão lhe dando fortes dores de cabeça.
Caso contrário, só se estiver disposto, depois de seu forte discurso, a esperar por um AVC.
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









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