Não escrevo ironicamente porque o assunto considero delicado. Com o retorno de alguns coronéis à Polícia Militar de Alagoas abriu-se um leque para que outros tantos se motivassem a entrar com ação na Justiça querendo a mesma brechinha.
Pergunto-me o que tanto apetece uma pessoa que deveria buscar o descanso, depois de tanta dedicação e anos de serviços prestados, a viver numa luta constante para vestir novamente a farda. O tempo agora, a meu ver, seria para jogar gamão, dominó, baralho, viajar, passear no campo para recuperar o tempo de tanta doação e exclusividade em prol da sociedade alagoana. Porque, certamente, foi de muito empenho.
Do jeito que as coisas andam e de tantas coisas que já vi bem de perto, no meio da Briosa corporação, não duvido que, daqui a pouco, possamos nos deparar na escadaria de acesso ao primeiro andar do Quartel do Comando Geral com o padre CIPRIANO LOPES ARROXELLAS GALVÃO, o seu primeiro comandante, fardado e em ação.
E, por ser o mais antigo, obrigatoriamente com um bom posto reservado. No mínimo, o Estado Maior Geral.
Porque também acho que ele tenha direito.








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