
(Último trabalho de Roberto Becker que será sepultado em Aracaju Foto: Reprodução)
Ele era um artista querido e fez muito sucesso em Alagoas e fora daqui. Ninguém o conhecia como Domingos Annunziato Liprento, mas, como Roberto Becker. O descendente de italianos que ancorou na terra dos marechais e artisticamente fez nome, ganhou respeito e conquistou espaços.
Em seus shows costumava valorizar os artistas da terra, mas também não esquecia de enaçtecer e homenagear grandes nomes, a exemplo da grande Dolores Duran, Nelson Gonçalves, e o velho amigo Waldick Soriano.Suas apresentações eram conhecidas pelas dosagens do humor e o último trabalho levou o título de Duas Faces.
Becker, segundo a esposa Angelita, começou a carreira muito jovem, lá pelos 18 anos quando ainda estava no Exército. Ele morreu neste domingo (01), aos 73 anos, em Aracajú.
Segundo confidenciou dona Angelita, por volta das 9h, quando recebi a notícia por meio da esposa do seu amigo e também cantor Domingos, o "seresteiro", o cantor havia constituído uma família em Aracaju, mas passado de 13 de dezembro a 13 de março com ela - a primeira esposa - e filhos em Maceió, mas teria sido levado de volta pela atual companheira. Já safenado, foi hospitalizado no dia 28 e só resistiu quatro dias.
A informação é de que o seu quadro tenha se agravado por uma infecção urinária.Familiares foram ao estado vizinho onde ocorrerá o sepultamento. A cantora Ádila Becker– que além de filha era a sua produtora– não poderá comparecer porque se encontra na Europa.








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