Blog da Dulce Melo

Este é um espaço onde Dulce Melo aborda todas as suas críticas ao que enxerga de errado no sistema.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Uma policial de alma...

Sob a mira e criticas de muitos vivo na mais perfeita harmonia com a minha consciência e, corajosamente, assumo minhas vontades e não tenho medo de externar o que sinto. Já não me importam as avaliações alheias, principalmente quando elaboradas hipocritamente.

Todos nós carregamos na vida algumas frustrações, já a de ser covarde nunca me seguirá.
Confesso uma inveja saudável de quem veste a farda da Polícia Militar de Alagoas e me sinto bem quando entre amigos posso discutir coisas milicianas, contribuir de alguma forma com a corporação. E já fiz muito, somente quem me conhece e fez parte do processo sabe. Sinto-me lisonjeada ao passar pelos corredores do Quartel Geral sob recepção calorosa desde os comandantes aos comandados (de coroneis a praças) sem que haja a necessidade de me pendurar nas barras das calças mediante o critério BAJULAÇÃO. Graças a Deus sempre fui respeitada e sempre entendi as minhas limitações.


É muito bom termos a convicção de que somos bem-vindos e de que fazemos falta quando não aparecemos, isso significa que não somos inconvenientes. Ficar entre os amigos militares é como se eu fizesse parte da instituição que bem poderia integrar. No entanto, asseguro ser mais policial e compromissada do que muitos que seu uniforme usam. E apenas com o intuito de ajudar.

Creio não ter sido à toa o título de Amigo da Polícia Militar recebido em abril passado e do qual me encho de orgulho, bem como dos demais batalhões (3º, RP, BPE, 5º, 2º, 1ª Cia): sou POLICIAL DE ALMA e faço questão de reafirmar em qualquer lugar a minha paixão. Tenho muitos amigos na Polícia Militar de Alagoas espalhados pela capital e interior que confiam em mim, no meu profissionalismo e me abastecem com suas informações. Mas, não somente isso, por conta dessa credibilidade há casos diferenciados em que também nos ajudamos. Já precisei deles para me defenderem e eles de mim. E isso é o máximo.

Participar de eventos da polícia me emociona. As formaturas me arrancam lágrimas e quando escuto o hino entoado pelos amigos, a frustração aumenta. Quisera eu estar ali marchando e cantando com a alma: “O lema da Polícia Militar, quer na paz, quer na guerra é lutar”. Devo me conformar com a apreciação.
Ultimamente tenho andado muito no Quartel Geral. A assessoria do chefe do estado Maior geral, agora afastado, exigia que lá estivesse com maior frequência. E, para me sentir militar, posso dizer que ‘tirei vários expedientes’, nalgumas vezes saindo de lá ao som da corneta da Guarda e muitas vezes almoçando no rancho dos oficiais, a convite do Alto Comando. Não tenho o menor receio em relatar a minha felicidade entre a tropa.

Ah! Alguém perguntou qual era a minha patente. Eis a resposta: soldado. Mais militar, competente e digna do que você.

"Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo.
O que importa mesmo é o que você é.
Mesmo que outras pessoas não se importem.
Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Não julgue para não ser julgado...
Um covarde é incapaz de demonstrar amor
- isso é privilégio dos corajosos".

E viva Mahatma Gandhi!

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Blog da Dulce Melo

Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO". Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.

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