
Vivemos numa limitação extraordinária onde nem mesmo à paisana o policial militar pode viver em paz. Reconhecido por bandidos ele é executado com a maior naturalidade, trocando pneu ou simplesmente se deslocando para o local de serviço, e já não importa se é um agente da segurança pública, o pai de família, aquele que arrisca a vida para salvar tantas outras. E no meio de tanta violência, polêmicas, ainda há dentro da cúpula da Polícia Militar quem faça reunião e peça para os policiais recuarem.
Poupem-me os corações excessivamente dóceis e que voam em cima de militares que em confronto com bandidos sobrevivem. Para mim, bravos guerreiros. Louváveis as palavras do delegado Denisson Albuquerque em comentário à minha postagem . “Espero que a morte do militar tenha a mesma repercussão por parte de alguns formadores de opinião que deram no caso de Guaxuma”. Isso mesmo, delegado, cadê a repercussão? E vem a opinião da policial civil Cláudia Meira: “infelizmente não vai ter repercussão alguma, pois os grandes intelectuais famosos formadores de opinião, não se preocupam com a Polícia”.
Respondi sem pestanejar: 'amiga Cláudia Meira, ainda bem que sou uma pequena formadora de opinião e não me englobo nesse grupo de grandes intelectuais'. E reafirmo. Não tenho dois pesos e duas medidas e não me preocupo com opiniões recheadas de críticas e que jamais me atingirão. Algumas partidas de falsos moralistas que pensam uma coisa, mas para atender a interesses outros, às vezes, falam o que o coração não sente. Eu não, sou autêntica e nunca me intimidei com essas picuinhas.
A polícia tem que mostrar que deve ser respeitada e a força da segurança tem de passar credibilidade para a sociedade que suplica por tranquilidade. Sim, morreu um Teotonio do bem, o cabo que era lotado no 4º Batalhão e que brutalmente levou um tiro no rosto simplesmente porque uma cambada de maloqueiros criminosos e com várias passagens pela polícia o reconheceu. E agora? Quem se manifesta e quem dá satisfação à família dele? O que disse o comandante-geral da Polícia Militar, e o comandante da Capital?
O que dói é saber que em evento com a tropa teriam pedido para os policiais evitarem confronto e mortes em confronto e que o secretário de Defesa Social, juiz aposentado Diógenes Tenório, teria discordado e desconstruído o discurso do comandante-geral. Taí, dessa vez o juiz recebe meu aplauso. A polícia tem que se preparar para o enfrentamento e ganhar a guerra. Desculpe-me o coronel Vinicius, mas a sua postura foi lastimável. E a informação veio de lá, de autoridades policiais.
E quem vai advinhar o momento de confronto? Teriam tempo os policiais em operação para pedir aos bandidos “ei, camarada, atire não, vamos conversar”?
Pelo amor de Deus. Palmas, reconhecimento, homenagens e tudo o que for merecido ao Teotonio do bem e que morreu depois de lutar 30 anos em defesa da nossa sociedade.








Morreu de infecção hospitalar no HGE, loteria da vida do Estado, bem como porque roubou a mulher do traficante de Marechal e mato-lhe depois... verdade tem que ser dita...
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