Blog da Dulce Melo

Este é um espaço onde Dulce Melo aborda todas as suas críticas ao que enxerga de errado no sistema.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Obrigado povo amigo, do meu amor Alagoas? E é, Teo?

Se o povo é, de fato, amigo do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) ao ponto de ele entender que cabia uma propaganda de agradecimento – diga-se de passagem com o dinheiro público e de forma enganosa – difícil acreditar, Diariamente, na rádio, o que mais ouvimos é insatisfação e denúncia de milhares de pessoas que abominam sua gestão e dizem torcer que chegue logo primeiro de janeiro par não vê-lo mais comandando o estado.


O resultado do 8º Anuário Brasileiro de Segurança Pública deixa evidente que não temos nada a comemorar. Os dados garantem que Alagoas tem uma proporção de 64,7 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, fazendo com que mantenhamos o primeiro lugar no pódio da violência no país. E cadê a Força Nacional trazida para “salvar a Pátria”? Cadê os investimentos para traquilizar a sociedade alagoana, onde estão?

Deixa-nos perplexos a criatividade na propaganda governamental, temos de aplaudir. Até porque inserir as palavras SAUDADE e AMOR para forçar a conotação de que o povo sentirá falta da sua administração é pura utopia. Poucos, governador, poucos certamente almejariam um terceiro mandato, mas a nossa lei não permite. Graças a Deus.

traz dados relacionados ao Brasil e também às unidades federativas. O anuário é uma publicação da Organização Não Governamental (ONG) Fórum Brasileiro de Segurança Pública e tomou como referências números do ano de 2013.
“Obrigado povo amigo, do meu amor Alagoas”? Há muitas frases para definirmos amor, Uma das mais corriqueiras diz que “quem ama, cuida”. E se assim é verdade, logo entendemos que de amor Teo Vilela não entende muita coisa e sequer se apaixonou por nossa terra.

Para que ele pudesse refletir um pouco antes de mencionar a palavra amor, seria bom alguém apresentá-lo à frase de Mahatma Gandhi “o amor e a verdade estão unidos entre si que é praticamente impossível separá-los. São como duas faces da mesma medalha”.

E AÍ?


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Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO". Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.

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