Blog da Dulce Melo

Este é um espaço onde Dulce Melo aborda todas as suas críticas ao que enxerga de errado no sistema.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Sim, é amanhã. O secretário, o comandante-geral e o diretor da PC

Foto: TNH
O governador Renan Filho (PMDB) anuncia nesta segunda-feira (22), assim garantiu, seu secretariado e, logicamente, entre ele a cúpula da segurança pública. Esta é a pasta mais esperada porque depende dos nomes e da competência dos escolhidos o rumo do nosso estado nos próximos quatro anos. Conhecimento de causa e compromisso, no mínimo estes devem ter sido alguns dos critérios para a escolha do representante de cada instituição: Secretaria de Defesa Social (Seds), Polícia Civil e Polícia Militar.

Não somente os pretensos candidatos aos postos estão ansiosos, mais ainda cada categoria. Os agentes de segurança (policiais militares e civis) querem trabalhar, mas com respeito e valorização. É assim que a banda toca no dito popular. Não dá para trabalhar satisfeito sendo ignorado, levando grito, sendo humilhado, ganhando mal. Afinal, todos são seres humanos e têm como qualquer cidadão os seus direitos garantidos. Além disso eles também querem segurança para poder ofertar segurança à sociedade.

E outra, não é para tirar foto e aparecer na mídia com seus ternos ou fardas cheias de barangandãs que o diretor- geral da Polícia Civil e o comandante -geral da PM, respectivamente, são escolhidos. É para fazer acontecer, dá resultado. E a gente sabe muito bem quem faz e quem fez. Basta fazer uma pesquisa, ver os dados e não precisa muito esforço.

Agora mesmo muitos militares me indagam sobre a perspectiva e diariamente era também assim. O medo de terem no comando alguém que não satisfaça ou não tenha a menor familiarização com a tropa, entrosamento com a rua, as coisas que se vive enquanto família miliciana. Seria arriscado para um governo novo e que pensa sabiamente combater a violência em Alagoas colocar “um estranho no ninho”.

Até amanhã com a noca cúpula.

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Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO". Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.

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