Se for batido o martelo em torno do nome especulado para a direção da Perícia Oficial, teremos a primeira complicação na área da segurança pública. Vanda Menezes é rejeitada em cem por cento junto à categoria. Bastou o nome ser tocado como preferencial que os peritos se rebelaram entre si e estão somente no aguardo.
Os comentários são unânimes, eles não aceitam ser dirigidos por quem há cerca de dezesseis anos “sumiu” do Instituto de Criminalística e não deu mais um dia de trabalho em prol da perícia e também da sociedade alagoana.
“Estamos preocupados porque essa cidadã não nos representa. É muito difícil pra nós aceitarmos uma pessoa que abandonou a criminalística por quase duas décadas enquanto ralamos e nos arriscamos, não sabe nem como estamos, o que avançou na profissão, não sabe nada, ser indicada pra nos dirigir. Não vai agregar e a categoria não vai corresponder positivamente”. Pronto, esse é um dos comentários.
“Deus nos livre dessa hora, seria uma catástrofe para a perícia criminal”, esse piorou. Para completar, agravando a problemática, um último comentário recebido; "ela está afastada "oficialmente" desde o ano passado aguardando aposentadoria, mas tá devendo todos os laudos dos locais que ela fez quando atuou como "perita". OPS, não fui eu quem falou, informação de dentro da perícia.
Trocando em miúdos, como será uma perícia com peritos insatisfeitos e direção rejeitada¿
Isso foi o que soube e não é brincadeira.
Vanda Menezes não agrega por lá, a rejeição dela junto à categoria pode ser bem maior do que a rejeição ao coronel.
E como diretor não resolve sozinho...
Dulce Melo é Pernambucana, de Garanhuns. Atua como jornalista há 11 anos e é fascinada por leitura, assim como pela arte de escrever. Ama desenvolver não somente textos jornalísticos, mas artigos, poemas. É autora do livro: ‘“Clécio, o Halley” em homenagem ao ex-jogador de futebol Clécio Henrique encontrado morto num hotel em Arapiraca. Além disso, é autora do livro de poemas "RAZÃO".
Possui dois livros sendo terminados: ‘Mulheres: podemos tudo após os 40’ e ‘Entre sirenes e rabecões’.









Muito coerente e verdadeira sua explanação Dulce!
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